Oh! Terra de minha aurora De outrora tenra idade minha
O que fIZeram com tuas alamedas? Veredas antes verdes, hoje cinzas.
Ah! Mas como pálida se encontra A tua face já marcada
Pelo abandono dos teus “donos”.
Até o grande sol agora chora
Ao ver-te entregue às mazelas Tal qual um templo massacrado Ostentando as ruínas do passado.
Onde estão teus campos, tuas flores? Até a lua triste se escondeu
E o teu lindo firmamento escureceu.
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